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Morre publicitário Duda Mendonça

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O premiado publicitário baiano José Eduardo Cavalcanti de Mendonça, mais conhecido como Duda Mendonça, morreu nesta segunda-feira (16). A morte aconteceu às 4h40 no Hospital Sirio Libanês, em São Paulo onde o publicitário estava internado.

Famoso por marcantes campanhas, Duda Mendonça revolucionou a publicidade política no Brasil trazendo novos elementos gráficos, musicais e conteúdos densos para os debate.

Em 1985, organizou a campanha vitoriosa de Mário Kertész para prefeito. A campanha foi premiada com o ‘Top de Marketing de Melhor Campanha Política’ do país. Em 1992, Duda Mendonça repetiu o feito, coordenando a campanha de Paulo Maluf à prefeitura de São Paulo. Usou o mesmo coração da campanha de Kértesz e ganhou projeção internacional.

Em 1999, foi contratado para uma missão quase impossível. Tentar eleger o presidente argentino Carlos Menem, que enfrentava uma enorme crise de rejeição. A vitória veio e também o pedido que, na eleição seguinte, coordenasse a campanha de Eduardo Duhalde, sucessor à Casa Rosada.

Em 2002, viveu seu auge, ao coordenar a campanha que conduziu Lula (PT) à presidência do país, após três tentativas frustradas do petista (1989, 1994 e 1998).

Em 2012, Duda Mendonça foi absolvido no Supremo Tribunal Federal das denúncias do Mensalão. Duda Mendonça deixa 5 filhos, 2 enteados e espos

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Diretor da Precisa se nega a explicar à CPI da Covid até as atividades da própria empresa

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O diretor institucional da Precisa, Danilo Trento, não soube explicar à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, quais são as atividades de sua própria empresa, a Primarcial Holding e Participações.

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em posse da CPI, registrou como atípicas transações milionárias entre a 6M Participações, controlada por Francisco Maximiano, dono da Precisa, e a Primarcial.

Trento disse ao presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), que a Primarcial “é uma empresa de participação”. “Participação, eu tenho que olhar o contrato social dela, as outras atividades, mas é uma empresa de participação”, afirmou o diretor.

Aziz insistiu e Trento disse, então, que exerceria o direito ao silêncio. “Ele tem uma empresa de participação, mas não quer me dizer (o) porquê”, afirmou Aziz. “Ele é dono de uma empresa, mas é empregado de outra. Você é patrão numa e empregado na outra.”

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Brasil chega a 593 mil mortes por Covid e a mais de 21,3 milhões de casos

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O Brasil registrou 661 mortes por Covid e 25.348 casos da doença, nesta quinta-feira (23). Com isso, o país chega 593.018 óbitos e a 21.307.960 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e casos continuam em crescimento, em comparação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos é de 534 vidas perdidas por dia, aumento de 18%, e a de infecções é de 34.366 por dia, salto de 100%.

Os dados recentes, contudo, têm sofrido por instabilidades no sistema do Ministério da Saúde, recentemente atualizado, e por represamentos de informações. As médias, com isso, podem acabar impactadas.

O estado de São Paulo, na segunda (20), relatou problemas e disse que os óbitos notificados são inferiores ao esperado “devido a uma instabilidade no serviço do Sivep, sistema federal onde são notificados os casos graves de Covid-19 e as mortes”. Na semana passada, os dados diários do consórcio também foram afetados por represamentos de casos em São Paulo, que incluiu dezenas de milhares de infecções de meses anteriores. Também na última semana e na terça, o Rio de Janeiro teve problemas no sistema de notificação e não divulgou os dados. Roraima e Bahia foram outros que tiveram problemas.

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MP aponta ‘indícios suficientes’ de peculato em gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara do Rio

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RIO – O Ministério Público do Rio (MP-RJ) informou à Justiça fluminense ter encontrado “indícios suficientes” de desvio de dinheiro público, prática chamada de peculato, no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) na Câmara Municipal, através da nomeação de funcionários “fantasmas” entre 2001 e 2019. Segundo o MP, que pediu as quebras de sigilo bancário e fiscal de Carlos e de mais de 20 ex-assessores, as informações levantadas na investigação sobre a manutenção, por anos, de funcionários que não trabalhavam podem configurar, além de desvio, a apropriação indevida de recursos.

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