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Política

Roma critica atraso da ponte Salvador-Itaparica: ‘Oito anos sem uma estaca batida’

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O ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), voltou a criticar os governos petistas na Bahia. Em publicação nas redes sociais neste domingo (29), Roma mirou seu alvo contra o atraso na construção da ponte Salvador-Itaparica.

 

“A ponte para o descaso e a incompetência generalizada foi a única erguida pelo PT nesses 14 anos de governo. O senador Jaques Wagner disse que não sei fazer conta. Mas pelo visto, foi ele quem faltou aula nesse dia. A ponte de Itaparica deveria estar pronta em 2013, mas oito anos depois não tem uma estaca batida”, escreveu o ministro em sua conta no Twitter.

 

“No governo Jair Bolsonaro, a conta é mais simples: promete e cumpre. Por isso, obras abandonadas estão sendo entregues e tiradas do papel, com seriedade e compromisso. A Bahia está perto de ter um governo que respeita prazos”, completou.

 

Cotado para a disputa ao Governo da Bahia nas eleições de 2022 com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Roma tem aumentado o tom contra as administrações do PT no estado. 

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Diretor da Precisa se nega a explicar à CPI da Covid até as atividades da própria empresa

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O diretor institucional da Precisa, Danilo Trento, não soube explicar à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, quais são as atividades de sua própria empresa, a Primarcial Holding e Participações.

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em posse da CPI, registrou como atípicas transações milionárias entre a 6M Participações, controlada por Francisco Maximiano, dono da Precisa, e a Primarcial.

Trento disse ao presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), que a Primarcial “é uma empresa de participação”. “Participação, eu tenho que olhar o contrato social dela, as outras atividades, mas é uma empresa de participação”, afirmou o diretor.

Aziz insistiu e Trento disse, então, que exerceria o direito ao silêncio. “Ele tem uma empresa de participação, mas não quer me dizer (o) porquê”, afirmou Aziz. “Ele é dono de uma empresa, mas é empregado de outra. Você é patrão numa e empregado na outra.”

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DESTAQUE

Brasil chega a 593 mil mortes por Covid e a mais de 21,3 milhões de casos

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O Brasil registrou 661 mortes por Covid e 25.348 casos da doença, nesta quinta-feira (23). Com isso, o país chega 593.018 óbitos e a 21.307.960 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e casos continuam em crescimento, em comparação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos é de 534 vidas perdidas por dia, aumento de 18%, e a de infecções é de 34.366 por dia, salto de 100%.

Os dados recentes, contudo, têm sofrido por instabilidades no sistema do Ministério da Saúde, recentemente atualizado, e por represamentos de informações. As médias, com isso, podem acabar impactadas.

O estado de São Paulo, na segunda (20), relatou problemas e disse que os óbitos notificados são inferiores ao esperado “devido a uma instabilidade no serviço do Sivep, sistema federal onde são notificados os casos graves de Covid-19 e as mortes”. Na semana passada, os dados diários do consórcio também foram afetados por represamentos de casos em São Paulo, que incluiu dezenas de milhares de infecções de meses anteriores. Também na última semana e na terça, o Rio de Janeiro teve problemas no sistema de notificação e não divulgou os dados. Roraima e Bahia foram outros que tiveram problemas.

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MP aponta ‘indícios suficientes’ de peculato em gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara do Rio

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RIO – O Ministério Público do Rio (MP-RJ) informou à Justiça fluminense ter encontrado “indícios suficientes” de desvio de dinheiro público, prática chamada de peculato, no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) na Câmara Municipal, através da nomeação de funcionários “fantasmas” entre 2001 e 2019. Segundo o MP, que pediu as quebras de sigilo bancário e fiscal de Carlos e de mais de 20 ex-assessores, as informações levantadas na investigação sobre a manutenção, por anos, de funcionários que não trabalhavam podem configurar, além de desvio, a apropriação indevida de recursos.

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