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Publicada em 10 de Julho de 2018 ás 15:31:04 Share

Associação de magistrados defende imparcialidade da Justiça Federal

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) afirmou em nota pública nesta terça-feira, 10, ser “inadmissível que magistrados, no exercício das funções constitucionais, sejam alvos de ataques pessoais, provenientes de figuras públicas ou de dirigentes de partidos políticos”. A nota é divulgada no contexto do último domingo, marcado pelo conflito de decisões entre o juiz Sergio Moro, o relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), João Pedro Gebran Neto, e o desembargador Rogério Favreto, que mandou soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Atitudes como essa (ataques de figuras públicas ou de dirigentes de partidos políticos) refletem uma visão autoritária e atentam contra o Estado democrático de direito”, diz a nota, destacando a “necessidade de respeito à independência judicial dos magistrados que atuam em processos que envolvem ações de combate à corrupção”. Na segunda-feira, 9, o juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, afirmou através de sua conta no twitter que a Justiça “não pode ser usada como instrumento de disputas políticas”. Junto disso, publicou uma coletânea de imagens com ataques a Moro feitos supostamente por usuários da rede social. No domingo, após uma manifestação de Moro e a decisão de Gebran barrando a soltura de Lula, o habeas corpus do petista acabou cassado pelo presidente do TRF-4, Carlos Eduardo Thompson Flores após 10 horas de impasse. A nota da Ajufe, assinada pelo presidente da associação, Fernando Mendes, também afirma que a atuação da Justiça Federal em processos criminais é “isenta e imparcial”, e que não há “razões para se estranhar decisões que condenem e prendam pessoas consideradas culpadas”. “É importante destacar que os juízes federais entendem que o direito à livre manifestação é constitucional, mas não pode transbordar para ofensas, agressões verbais, nem atentar contra instituições”, defende a instituição, que ressalta que não irá admitir qualquer ameaça que possa atentar “contra as prerrogativas da Magistratura Federal”. “Não reconhecer a realidade dos fatos e não adotar medidas voltadas a sanar as distorções identificadas, com a devida punição dos responsáveis por desvios criminosos, é abrir caminho para o atraso que macula a legitimidade das instituições e afronta a sociedade brasileira”, conclui a nota.

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'Se um homem não está aberto a ouvir críticas a sua administração, então que abandone a vida pública”, alfineta diretora executiva da Rádio Líder FM ao referir-se ao prefeito de Irecê

(Por Fernanda Dourado)

Após uma mensagem vazada do prefeito de Irecê, Elmo Vaz, do grupo de WhatsApp da UNIP- da Associação dos municípios de Irecê, o imbróglio entre a emissora Líder FM e o prefeito da cidade parece estar longe do fim. O grupo tem apenas 18 prefeitos – integrantes da Associação e o diretor executivo da instituição, Renilton Souza. Na mensagem, Elmo Vaz afirma que a emissora “passa 24 horas falando mal da gestão dele e inventando mentiras” . Ele também questiona  a função da instituição: “Eu pergunto: para que existe associação de prefeitos? Cadê a união dos prefeitos?”, protesta. O ex-presidente da Codevasf ainda ameaça deixar a instituição. “Se a UNIP nada pode fazer eu estou informando o meu desligamento da instituição e vou cuidar de minha vida sozinho”, disparou. Em um longo texto, Elmo diz que tomará medidas. “Irei reagir e tomar providências, pois não sou covarde e tenho meios pra isso. Também não sou ingênuo e sei que tem um bandido por trás de tudo isso”, ao referir-se de forma subliminar ao dono da Rádio J. Sydnei. No final da mensagem, Elmo ainda faz um pedido aos colegas gestores: "Espero que essa mensagem não saia desse grupo, pois ela não é pública e quando assim quiser fazer será por minha conta", disse. O Bahia Repórter ouviu a diretora executiva da Rádio Lider FM, Débora Suelen, que diz ser intolerável, no contexto de uma sociedade fundada em bases democráticas, a repressão à imprensa. “O interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de eventuais suscetibilidades e desejos pessoais das figuras públicas. Pelas declarações ao grupo da Unip e dadas a imprensa, demonstra claramente que trata-se de uma perseguição pessoal. Se um homem não está aberto a ouvir críticas a sua administração, então que abandone a vida pública. Continuaremos nosso trabalho, zelando pelo compromisso de informar e dar vez e voz a população ainda que isso nos custe a perseguição dos tiranos e opressores. Nosso compromisso é com a sociedade de Irecê e região. Nosso silêncio não está a venda”, bradou. A jornalista acrescenta ainda que o prefeito já esteve várias vezes na emissora e sempre foi atendido com cordialidade e respeito.O Bahia Repórter tentou por diversas vezes contato com o prefeito municipal, mas não obteve sucesso.
 
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