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Publicada em 22 de Setembro de 2018 ás 17:26:43 Share

Ciro relaciona porte de fuzil com autoestima dos jovens

O candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, criticou nesta sexta-feira, 21, a atuação de facções criminosas, como PCC e Comando Vermelho, com uma frase polêmica, após responder uma pergunta sobre segurança pública. “O PCC usa essa meninada do GDE (facção do Ceará) e coloca uma metralhadora na mão dele, um fuzil pesado, e aquele menino que talvez o pau seja pequeno, acha que aquele fuzil pode ser o pau grande que ele não tem”, afirmou o candidato em entrevista à Rádio Autêntica Favela, em Belo Horizonte. Ciro Gomes cumpriu agenda na capital mineira, onde fez caminhada no Aglomerado da Serra, uma das maiores complexos comunitários de Belo Horizonte, ao lado do prefeito da cidade, Alexandre Kalil, do PHS, principal apoiador do pedetista no Estado. Questionado sobre como faria para reverter os resultados das últimas pesquisas eleitorais, Ciro usou a vitória do chefe do Executivo municipal como exemplo. “Kalil mostrou que vale a pena a gente votar em que tem a melhor proposta e não deixar que institutos de pesquisas manipulem a nossa liberdade de escolha”, disse. Na última pesquisa Ibope, divulgada na quarta-feira, 19, Ciro Gomes caiu para a terceira colocação, com os mesmos 13 pontos porcentuais do levantamento anterior. O pedetista foi ultrapassado pelo candidato do PT, Fernando Haddad, que apareceu com 19% das intenções. Jair Bolsonaro, do PSL, continuou na frente com 28%. Após ser chamado de “amigo” por Fernando Haddad, Ciro Gomes disse que os dois estão em campos opostos nesta eleição. “Somos amigos de longa data, apenas a vida nos colocou em antagonismo grave na política. E eu quero ferir esse antagonismo de forma respeitosa”, disse. Ciro lembrou, porém, que Haddad não conseguiu se reeleger prefeito de São Paulo em 2016. “É esse tipo de risco que nós queremos para o Brasil?”, perguntou. Ciro Gomes ainda se comparou a Wintson Churchill, primeiro-ministro britânico durante a Segunda Guerra Mundial, depois de chamar Bolsonaro, o vice dele, General Mourão e o economista Paulo Guedes, responsável pela área econômica do plano de governo da coligação, de “nazistóides”. “É preciso enfrentar como o Churchill fez e ele foi chamado de destemperado, tudo o que sou chamado hoje, mas ele é reconhecido como o maior estadista do século vinte”, disse. Ao ser questionado se temia que os xingamentos feitos por Ciro o prejudicassem na votação, o pedetista afirmou que “se eu achasse que pudesse me prejudicar, eu não teria dito”. Em um vídeo divulgado na sexta-feira, 21, o ex-governador do Ceará xingou Bolsonaro de “nazista filho da p…”. Durante a visita ao Aglomerado da Serra, Ciro Gomes prometeu que irá gerar 2 milhões de empregos no primeiro ano de governo e que pretende usar a mão de obra das próprias comunidades que precisarem de obras de infra-estrutura. “Vou casar o investimento em saneamento e moradia com o emprego da comunidade que está envolvida nessa própria obra”, disse.

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Em plena democracia, a intolerância política faz vítimas

 (Por Fernanda Dourado) As eleições 2018 para os cargos de governadores, senadores, deputados federais e deputados Estaduais foram meras coadjuvantes neste pleito. O brasileiro - focou na batalha entre os candidatos a presidência da República. Apesar de mais politizados, os brasileiros estão, também, mais intolerantes. O que vemos hoje é intransigência às ideias alheias. Os extremistas tanto da direita, quanto da esquerda não aceitam - de maneira alguma - que o outro defenda o que muitos acreditam ser indefensável. A divergência de pensamentos faz parte da democracia e, claro, é louvável que todos intercedam - com unhas e dentes - sua opinião, mas é plausível não repulsar com ódio as alheias. Afinal, vivemos em uma democracia e, não, em uma ditadura. A intransigência política parece ter deixado o Brasil estagnado no século 19 - já que muitos continuam a achar que podem decidir o voto alheio. A intransigência é tanta que a agressão deixou de ser verbal e foi além com a tentativa de homicídio ao candidato à presidência pelo PSL,Jair Bolsonaro, esfaqueado durante um ato político na cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas, no dia 6 de setembro. Segundo a polícia federal, o atentado ao presidenciável foi motivado por inconformismo político. Um mês e dois dias após a tentativa de homicídio a Bolsonaro, o mestre de capoeira Moa do Katende foi morto com 12 facadas após uma discussão política, em Salvador, na Bahia, de acordo com a polícia o assassinato também foi por questões políticas quando a vítima disse votaria no PT.

 
Século XXI, expressar posições políticas virou algo perigoso

(Por Fernanda Dourado)

Vale lembrar que a ditadura militar foi um período de governo autoritário no Brasil. Durou 21 anos, iniciou em 1964, mas acabou há 33 anos. Portanto, apesar da modernidade tecnológica ter nos aproximando virtualmente - a mesma revelou o lado autoritário, sombrio, deselegante e  sectarista de muitos eleitores. Quando há divergências políticas nas redes sociais é deplorável ler os comentários. Algumas mensagens imagina-se que não foram escritas por pessoas em plena sanidade mental. Ao invés de tentar convencer o outro através de propostas, as ofensas tomam contam das discussões políticas de ambos os lados. A possibilidade de quem pensa de um jeito vir a pensar de outro, muitas vezes, é deixada de lado pelo radicalismo político e pela afronta a opinião alheia. A intransigência política vem ganhando espaço nos discursos da sociedade, sobretudo nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp. Os mais radicais tentam impor a todo custo suas preferências partidárias, seus candidatos e suas ideias às escolhas dos outros. É entristecedor como a sociedade está inflexível e não suporta ser contrariada. O voto além de secreto é soberano. A democracia é um sistema que assegura que a maioria decida. Dessa forma, devamos aceitar a decisão dos brasileiros e torcer por um país de progresso - independente de quem seja o presidente eleito no dia 28 de outubro. 

 
 
Propaganda “contra” de Irmão Lázaro irrita deputados da base de José Ronaldo

 Um político que assistiu anteontem ao programa eleitoral teve a certeza de que o candidato a senador Irmão Lázaro (PSC) pertencia ao grupo do governador Rui Costa (PT) e não ao do candidato a governador José Ronaldo (DEM). Motivo: Lázaro é único candidato que tem feito discurso aberto, no programa eleitoral, contra a aprovação da reforma da Previdência e a Trabalhista, defendidas pelo partido de Ronaldo e de seus apoiadores. Deputados federais que ajudaram na aprovação da reforma trabalhista por considerarem-na importante para o país são os mais indignados com o candidato do PSC. (Com informações da Raio Laser)

 
Perto da eleição, José Trindade decide se licenciar da Câmara de Vereadores
O vereador José Trindade (Pode) decidiu se licenciar do seu mandato na Câmara de Salvador. Em seu lugar, vai assumir Igor Manasses (PSL). A cerimônia de posse do novo integrante da Casa acontece na próxima segunda-feira (13), às 11h. Trindade deve ser candidato a deputado estadual pelo Podemos na eleição deste ano. Nos últimos meses, outros dois vereadores já deixaram a Câmara em razão do pleito. Sidninho (Pode) deixou o posto para trabalhar na campanha política do grupo ligado ao governador Rui Costa, enquanto Joceval Rodrigues (PPS) será candidato a deputado federal.
 
Prefeitos acordam com Rodrigo Maia votação de projetos sobre licitações e ISS
 
 
 
Em marcha ao Congresso Nacional, prefeitos de várias cidades brasileiras acordaram nesta terça-feira (7) com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), a votação da reforma da Lei de Licitações e um substitutivo à reforma do Imposto Sobre Serviço (ISS), para a próxima semana.   De acordo com o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Eures Ribeiro, as duas matérias fazem parte da pauta prioritária do movimento municipalista. “Viemos para articulação forte nesse ano eleitoral. Os municípios estão numa situação de penúria e precisam da sensibilidade do Congresso Nacional”, reclamou o gestor, que também é prefeito de Bom Jesus da Lapa, no oeste Baiano.
 
Senado aprova projeto que tipifica crime de importunação sexual

O Senado aprovou nesta terça-feira (7) um projeto de lei que cria o crime de importunação sexual. A tipificação pode enquadrar, por exemplo, casos registrados de homens que ejacularam em mulheres no transporte público. O texto segue para sanção. A aprovação marca os 12 anos da Lei Maria da Penha, que fortaleceu o combate à violência contra a mulher no Brasil. A lei foi sancionada em 7 de agosto de 2006. A importunação sexual é a prática de ato libidinoso na presença de alguém, sem que essa pessoa dê consentimento. Após a sanção, esses atos se tornarão crimes sujeitos a punição de um a cinco anos de prisão.

 
'Se um homem não está aberto a ouvir críticas a sua administração, então que abandone a vida pública”, alfineta diretora executiva da Rádio Líder FM ao referir-se ao prefeito de Irecê

(Por Fernanda Dourado)

Após uma mensagem vazada do prefeito de Irecê, Elmo Vaz, do grupo de WhatsApp da UNIP- da Associação dos municípios de Irecê, o imbróglio entre a emissora Líder FM e o prefeito da cidade parece estar longe do fim. O grupo tem apenas 18 prefeitos – integrantes da Associação e o diretor executivo da instituição, Renilton Souza. Na mensagem, Elmo Vaz afirma que a emissora “passa 24 horas falando mal da gestão dele e inventando mentiras” . Ele também questiona  a função da instituição: “Eu pergunto: para que existe associação de prefeitos? Cadê a união dos prefeitos?”, protesta. O ex-presidente da Codevasf ainda ameaça deixar a instituição. “Se a UNIP nada pode fazer eu estou informando o meu desligamento da instituição e vou cuidar de minha vida sozinho”, disparou. Em um longo texto, Elmo diz que tomará medidas. “Irei reagir e tomar providências, pois não sou covarde e tenho meios pra isso. Também não sou ingênuo e sei que tem um bandido por trás de tudo isso”, ao referir-se de forma subliminar ao dono da Rádio J. Sydnei. No final da mensagem, Elmo ainda faz um pedido aos colegas gestores: "Espero que essa mensagem não saia desse grupo, pois ela não é pública e quando assim quiser fazer será por minha conta", disse. O Bahia Repórter ouviu a diretora executiva da Rádio Lider FM, Débora Suelen, que diz ser intolerável, no contexto de uma sociedade fundada em bases democráticas, a repressão à imprensa. “O interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de eventuais suscetibilidades e desejos pessoais das figuras públicas. Pelas declarações ao grupo da Unip e dadas a imprensa, demonstra claramente que trata-se de uma perseguição pessoal. Se um homem não está aberto a ouvir críticas a sua administração, então que abandone a vida pública. Continuaremos nosso trabalho, zelando pelo compromisso de informar e dar vez e voz a população ainda que isso nos custe a perseguição dos tiranos e opressores. Nosso compromisso é com a sociedade de Irecê e região. Nosso silêncio não está a venda”, bradou. A jornalista acrescenta ainda que o prefeito já esteve várias vezes na emissora e sempre foi atendido com cordialidade e respeito.O Bahia Repórter tentou por diversas vezes contato com o prefeito municipal, mas não obteve sucesso.
 
Intervenções viárias na Avenida ACM começam nesta quarta (1º)

 A partir desta quarta-feira (1º), quem circular pela Avenida ACM deverá ficar atento às mudanças que acontecerão em alguns pontos da via por conta do início das obras da construção de viadutos, elevados e corredores exclusivos de tráfego do BRT. As alterações foram detalhadas pelo superintendente da Transalvador, Fabrizzio Muller, durante coletiva de impren