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Publicada em 11 de Outubro de 2018 ás 12:03:58 Share

Em plena democracia, a intolerância política faz vítimas

 (Por Fernanda Dourado) As eleições 2018 para os cargos de governadores, senadores, deputados federais e deputados Estaduais foram meras coadjuvantes neste pleito. O brasileiro - focou na batalha entre os candidatos a presidência da República. Apesar de mais politizados, os brasileiros estão, também, mais intolerantes. O que vemos hoje é intransigência às ideias alheias. Os extremistas tanto da direita, quanto da esquerda não aceitam - de maneira alguma - que o outro defenda o que muitos acreditam ser indefensável. A divergência de pensamentos faz parte da democracia e, claro, é louvável que todos intercedam - com unhas e dentes - sua opinião, mas é plausível não repulsar com ódio as alheias. Afinal, vivemos em uma democracia e, não, em uma ditadura. A intransigência política parece ter deixado o Brasil estagnado no século 19 - já que muitos continuam a achar que podem decidir o voto alheio. A intransigência é tanta que a agressão deixou de ser verbal e foi além com a tentativa de homicídio ao candidato à presidência pelo PSL,Jair Bolsonaro, esfaqueado durante um ato político na cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas, no dia 6 de setembro. Segundo a polícia federal, o atentado ao presidenciável foi motivado por inconformismo político. Um mês e dois dias após a tentativa de homicídio a Bolsonaro, o mestre de capoeira Moa do Katende foi morto com 12 facadas após uma discussão política, em Salvador, na Bahia, de acordo com a polícia o assassinato também foi por questões políticas quando a vítima disse votaria no PT. Expressar posições políticas virou algo perigoso em pleno século XXI. Vale lembrar que a ditadura militar foi um período de governo autoritário no Brasil. Durou 21 anos, iniciou em 1964, mas acabou há 33 anos. Portanto, apesar da modernidade tecnológica ter nos aproximando virtualmente - a mesma revelou o lado autoritário, sombrio, deselegante e  sectarista de muitos eleitores. Quando há divergências políticas nas redes sociais é deplorável ler os comentários. Algumas mensagens imagina-se que não foram escritas por pessoas em plena sanidade mental. Ao invés de tentar convencer o outro através de propostas, as ofensas tomam contam das discussões políticas de ambos os lados. A possibilidade de quem pensa de um jeito vir a pensar de outro, muitas vezes, é deixada de lado pelo radicalismo político e pela afronta a opinião alheia. A intransigência política vem ganhando espaço nos discursos da sociedade, sobretudo nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp. Os mais radicais tentam impor a todo custo suas preferências partidárias, seus candidatos e suas ideias às escolhas dos outros. É entristecedor como a sociedade está inflexível e não suporta ser contrariada. O voto além de secreto é soberano. A democracia é um sistema que assegura que a maioria decida. Dessa forma, devamos aceitar a decisão dos brasileiros e torcer por um país de progresso - independente de quem seja o presidente eleito no dia 28 de outubro. 

 

 

 

 

 

 

 

 

a.u.i.s.p

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Os secretários do governador, Rui Costa, também marcaram presença na posse do novo presidente da Câmara, Geraldo Júnior. O secretário de segurança pública, Maurício Barbosa, e o secretário de saúde, Fábio Villas Boas, estavam na disputada cerimônia. O secretário de saúde do estado - que chegou até ter seu nome cogitado para disputar a prefeitura de Salvador - não foi incluído na preferência de Rui Costa para permanecer na pasta. O governador petista afirmou a jornalistas que pelo menos três nomes do atual secretariado estariam garantidos. Os preferidos do governador são: o jornalista André Curvello, responsável pela Comunicação, o do atual titular da Fazenda, Manoel Vitório, e o do chefe da Casa Civil, Bruno Dauster. Ou seja, deixou a entender que os outros podem ser substituídos. 

 
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OAB: Geraldinho pede união
Por Fernanda Dourado Além de cumprimentar o presidente da OAB, Fabrício Castro, o novo presidente da Câmara, Geraldo Júnior, fez questão de também exaltar a presença do professor e renomado advogado, Gamil Föppel - que disputou a presidência da OAB e é muito requisitado no meio político. “Quero agradecer a presença do presidente da Ordem, mas quero também agradecer a presença de meu amigo Gamil Föppel - que concorreu a presidência da OAB. Acho que Fabrício e Gamil podem contribuir bastante para OAB”, afirmou.
 
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