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Publicada em 14 de Outubro de 2018 ás 08:01:42 Share

Câmara fica sem um Vieira Lima pela primeira vez em 43 anos

Depois dos escândalos envolvendo o nome da família em investigações decorrentes da Lava Jato, que culminaram na prisão do irmão Geddel Vieira Lima a quem é atribuído o bunker de R$ 51 milhões em Salvador, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB) não se reelegeu por seu estado, a Bahia. Esta é a primeira vez que o clã fica longe do poder, desde 1975, quando há 43 anos, o pai de Lúcio e Geddel, Afrísio Vieira Lima, foi eleito para uma cadeira na Câmara pela extinta Arena, partido de apoio aos militares. O patriarca se reelegeu até 1990, então já pelo MDB, quando foi substituído pelo filho mais velho, Geddel, eleito deputado federal pela primeira vez naquele ano. O mandato de Geddel se prolongou até 2010, quando, sem sucesso, tentou chegar ao governo da Bahia – derrotado, no entanto, pelo petista Jaques Wagner. Geddel, ora preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, se manteve na presidência do MDB baiano até o impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016, ano em que recebeu convite para comandar a Secretaria de Governo do presidente Temer. O mandato foi interrompido em 2016, após imbróglio entre o emedebista e o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, tendo como pano de fundo a construção de um prédio de alto padrão em uma área histórica da capital baiana. Lúcio, por sua vez, somava mandatos desde 2010, quando debutou na Câmara. Os irmãos Vieira Lima são acusados pelos crimes de ocultação e propriedade dos R$ 51 milhões em dinheiro vivo. Até janeiro de 2016, o tesouro teria permanecido em um closet na casa da matriarca, Marluce. Ao Estado, o deputado Lúcio Vieira Lima foi sucinto e argumentou que não foi eleito porque ‘o povo não quis’. O resultado mostra as fragilidades dos partidos políticos quando se tem o PSL elegendo a segunda maior bancada, avalia o parlamentar baiano. “Os partidos perderam totalmente a sua importância.” Sobre continuar ou não na vida pública, ela resumiu: “Não é necessário mandato para fazer política. Continuarei fazendo política sem um mandato.” Irmão ‘anônimo’ dos Vieira Lima, Afrísio Filho permanece há 21 anos no cargo de diretor legislativo da Câmara dos Deputados. Com salário de R$ 33,9 mil, ele é investigado no Supremo por suspeita de peculato

Estadão

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 Por Fernanda Dourado

  Ex-secretário de comunicação na gestão do governador da Bahia, Jaques Wagner, (PT), por oito anos, Robison Almeida, deputado estadual eleito em 2018 – tem um novo desafio: o Legislativo Estadual. O petista que foi suplente na Câmara, mas exerceu por nove meses o mandato no Legislativo federal - deixou o cargo após o deputado federal eleito, Fernando Torres – titular da vaga – sair do comando da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e reassumir seu posto em Brasília.  Em entrevista à jornalista Fernanda Dourado do site Bahia Repórter, o legislador  - que já colocou seu nome para o partido para disputar a prefeitura de Salvador pela ala - obteve mais de 65 mil votos e durante a entrevista alfinetou por diversas vezes o prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto. Segundo ele, o demista tem o “DNA da arrogância” e disparou: “A gestão dele montou uma indústria de multa, asfixiou o crescimento econômico da cidade com aumento de taxas e impostos, estipulou o IPTU mais caro do país e ainda tem a pior atenção básica à saúde entre todos os municípios da Bahia”. O petista defende que o PT tenha candidatura própria e acredita que o governo conseguirá o pleito em 2020.  Ele ainda comentou sobre as possibilinades "ainda não concretas" de nomes da base de ACM Neto – que estariam namorando a base de Rui – com interesse  em 2020. O petista - que tem uma vasta experiência no executivo - já demosntrou na primeira semanano plenário da Assembleia Legislativa da Bahia que seu mandato será de propostas, mas também de enfrentamento a prefeitura de Salvador. 

 
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