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Publicada em 02 de Novembro de 2018 ás 08:28:03 Share

'É um hiato produtivo', afirma cantor da Circo de Marvin antes de show de despedida



A banda baiana Circo de Marvin (CDM), que já tem mais de seis anos de trajetória, anunciou que fará uma pausa para poder preparar o seu novo trabalho. O CDM irá se despedir do público com um show que acontece nesta sexta-feira (2), no Portela Café, no Rio Vermelho, às 20h.
 

O grupo já teve algumas formações e atualmente conta com Miguel Freitas (bateria), Batata (guitarra) e Bruno Souri (Vocal) que, em conversa com o Bahia Notícias, falou sobre a atual fase da banda e revelou suas expectativas para o futuro trabalho.
 

“Esse show vai ser uma celebração da caminhada que a gente fez durante esses anos. Uma banda que surgiu de maneira despretensiosa e acabou alcançando tanta gente, principalmente em Salvador. Vamos ao palco com um sentimento de agradecimento às pessoas que fizeram parte disso, à vida e à música por ter nos proporcionado tantas experiências boas”.

“A gente vai ter a participação de músicos incríveis, o percussionista Dede Reis e o baixista Milton Pellegrini. E vamos ter também a participação dos ex-membros da banda, todo mundo que fez parte da banda vai tocar as músicas que foram da época deles”, revelou o vocalista.
 

Questionado sobre a decisão do hiato, Bruno contou que eles não queriam mais persistir  “em tapar os buracos”. Desde a saída de Fábio (guitarra) e Yuri (baixo), a banda tentou continuar com sua rotina e ir atrás de novos integrantes, mas devido à desistência de um baixista recém-contratado, eles perceberam que não era interessante ficar “correndo atrás de novos músicos” e apenas focados em realizar shows.
 

“A gente decidiu que era a hora de dar uma parada, e pensar em uma musicalidade nova, em um discurso novo, ideias novas... Até porque a gente amadureceu muito com todos os acontecimentos, buscamos alternativas e, por incrível que pareça, apesar de soar como uma crise ou um momento difícil, essa questão de entrar em hiato ou não ter um baixista, na verdade é totalmente ao contrário. Estamos super tranquilo, as coisas estão fluindo super bem, só que agora numa direção nova, uma direção que tem a ver com a gente nesse momento”.
 

Bruno fez questão de destacar que o hiato não irá servir como uma pausa. “A gente só vai deixar de fazer shows por um período, deixar de produzir materiais em redes sociais, e tentar ficar offline mesmo. É um hiato produtivo, a gente vai se desligar do mundo por um tempo, para fazer músicas novas, produzir novidades e só voltamos quando sentirmos que está tudo no seu lugar, muito bem feito. Não sabemos quanto tempo isso vai levar, a gente espera que não demore, mas também só iremos voltar quando tudo estiver nas perfeitas condições para isso acontecer”. 

 

Os integrantes do Circo de Marvin se mudaram para São Paulo em agosto do ano passado e o vocalista do grupo contou ao BN que a mudança para a capital paulista trouxe uma “renovação forçada” para o CDM.
 

"Foi em São Paulo que a gente começou a vivenciar essa coisa de banda de rock de verdade em um nível mais intenso. Passamos a ter um volume maior de shows, de contatos, começamos a viver mais profissionalmente dentro da coisa. Mas a mudança também fez com que as dificuldades aparecessem, e foi quando Yuri e Fábio revelaram que não estavam dispostos a enfrentar todas as dificuldades. Porque São Paulo, ao mesmo tempo que traz muitas oportunidades, traz dificuldades como a saudade, o clima diferente, a cultura, muitas coisas que a gente precisa se virar para manter a banda andando. No geral, tudo é experiência e crescimento e com certeza tudo isso vai influenciar nos novos trabalhos que iremos fazer”.
 

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Contrato ViaBahia

(Por Fernanda Dourado)

As denúncias contra a Via Bahia - concessionária responsável pela concessão das BRs 324 e 116 - sempre foram recorrentes na Assembleia Legislativa da Bahia. São 680 quilômetros de rodovias administrados pela empresa, mas parece que extensão é apenas na quilometragem, no tamanho do contrato que totaliza 180 páginas (o documento com o anexo), e, também na duração da concessão de 25 anos. O contrato foi assinado no dia 03/09/2009 e vai até 19/10/2034.

 
Condenação

( Por Fernanda Dourado) 

Em 2018, a concessionária foi condenada após determinação da Justiça Federal a duplicar os subtrechos 15 e 20 da BR-116, a partir do km-735, que vai do sudoeste baiano até a divisa com Minas Gerais. Além disso, a empresa também foi condenada a pagar R$ 5 milhões por danos morais e coletivos por conta do atraso na entrega das obras, que deveria ter sido realizada em setembro do ano passado. Ainda de acordo com a decisão, a concessionária tinha até 6 meses para apresentar os projetos e licenciamentos de execução das obras à Agência.

 
Pedágio foram construídos rapidamente

(Por Fernanda Dourado)  

Em entrevista ao Bahia Repórter, o deputado estadual Tiago Correa - presidente da Comissão de Direito do Consumidor na Casa - afirmou que uma reunião conjunta entre o Colegiado que preside e o da Infraestrutura, comandado pelo deputado estadual Pedro Tavares, receberá nesta terça-feira, (07), às 9 h, o Diretor Presidente da Concessionária, José Bartolomeu, - para questionar a respeito dos atrasos, dentre outros assuntos referentes ao contrato. “Foi dado um ano para a duplicação da BR-116, de Vitória da Conquista até a divisa com Minas Gerais, mas sequer foram apresentados os estudos. Já passaram seis meses! São diversos itens que não estão sendo cumpridos: a duplicação, as vias acessórias, as passarelas, o entorno. Mas as praças de pedágios ficaram prontas rapidinho”, ironizou o deputado estadual Tiago Correia em entrevista ao Bahia Repórter. Outro ponto que o deputado estadual, Tiago Correa, destacou é que um dos tipos de obras de ampliação está condicionado ao volume de tráfego: quando determinado trecho da rodovia atingisse um número estipulado de tráfego diário de veículos, a concessionária teria a obrigação de ampliá-lo. É o caso dos trechos 15 a 20 da BR-116, que totalizam 199 quilômetros de extensão. “Desde 2011 alcançaram o tráfego de 6.500 veículos diários, mas a ampliação não veio e a população sofre com isso”, afirmou o legislador. De acordo com as cláusulas de contrato, a Viabahia começaria as obras, divididas em cinco etapas, a partir de setembro de 2013. A quinta e última etapa deveria ser concluída em setembro de 2017, contudo a obra não foi iniciada.


O Bahia Repórter entrou em contato com a Via Bahia, mas não obteve resposta até o fechamento da matéria.

 
Governo Federal

 (Por Fernanda Dourado) 

 Em 2009, a União concedeu à Viabahia a exploração das rodovias federais BR-116 (entre Feira de Santana e a divisa da Bahia com Minas Gerais) e BR-324 (entre Salvador e Feira de Santana). Em contrapartida, a concessionária tinha a obrigação de executar obras de recuperação, manutenção, conservação e ampliação da capacidade das rodovias, com a remuneração proveniente do pedágio.

 
Ministério dos Transportes

(Por Fernanda Dourado) 

Em 2013, o senador Walter Pinheiro (PT/BA), pediu providências ao ministro dos Transportes, César Borges. Na época, o ministro informou que foi aberto processo contra a concessionária que poderia levar à caducidade do contrato. Preço pedágio - A Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia decidiu questionar judicialmente o novo reajuste nas tarifas dos pedágios das rodovias BR-324, no trecho que liga Salvador a Feira de Santana, e BR-116, no trecho que vai de Feira à divisa com Minas Gerais.

 
Pedágio
(Por Fernanda Dourado) Pedágio - Em 2018, as tarifas dos pedágios da BR-324 e 116 foram reajustadas pela concessionária ViaBahia - que administra as rodovias. Na época, o aumento foi de cerca de 15%, segundo a empresa. O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em publicação no Diário Oficial da União. Para os automóveis, a tarifa subiu de R$ 4,50 para R$ 5,10 na BR-116 e de R$ 2,50 para R$ 2,90 na BR-324. Os valores do pedágio levam em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, com vista à recomposição tarifária. A tarifa gera recursos para a operação das rodovias e, consequentemente, melhorias para os usuários, diz empresa.
 
Pedágio

(Por Fernanda Dourado)

 Pedágio - Em 2018, as tarifas dos pedágios da BR-324 e 116 foram reajustadas pela concessionária ViaBahia - que administra as rodovias. Na época, o aumento foi de cerca de 15%, segundo a empresa. O aumento foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em publicação no Diário Oficial da União. Para os automóveis, a tarifa subiu de R$ 4,50 para R$ 5,10 na BR-116 e de R$ 2,50 para R$ 2,90 na BR-324. Os valores do pedágio levam em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, com vista à recomposição tarifária. A tarifa gera recursos para a operação das rodovias e, consequentemente, melhorias para os usuários, diz empresa.

 
Confiança do comércio fica estável em abril, diz FGV

 

 

O Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou estável em abril deste ano, em 96,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador recuou 2,3 pontos, segunda queda seguida. Em abril, a confiança caiu em nove dos 13 segmentos pesquisados pela FGV. O Índice de Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários do comércio sobre o momento presente, subiu 3,3 pontos, para 92,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários no futuro, recuou 3,2 pontos, ao passar para 101,4 pontos, menor valor desde outubro de 2018 (97,6 pontos). De acordo com o pesquisador da FGV, Rodolpho Tobler, o cenário ainda é de recuperação, mas “esta tende a ser gradual, sob influência dos altos níveis de incerteza e da baixa confiança do consumidor”.