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Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)

Tecnologia

AstraZeneca: Saúde reduz intervalo entre doses da vacina de 12 para 8 semanas

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Nesta sexta-feira (15), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga , anunciou em suas redes sociais a redução do intervalo entre a primeira e segunda dose da vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca . O prazo, que antes era de 12 semanas, passa a ser de 8 semanas, informou o ministro.

“A partir de agora, o intervalo entre as doses da vacina da AstraZeneca foi reduzido de 12 para 8 semanas. Então, fique atento e não perca o prazo para completar sua imunização. Só assim você garante a máxima proteção contra a Covid19. Vamos voltar à normalidade o mais breve possível!”, escreveu Queiroga em seu perfil do Twitter.

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TSE prepara transformação de urnas em “maquininhas de cartão”. Entenda

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Em crescente processo de aprimoramento das urnas eletrônicas e da votação no Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou uma parceria com a Universidade de São Paulo (USP), no projeto denominado “Eleições do Futuro”.

A cooperação técnica trará melhorias, transparência, segurança e inovação. A intenção é diminuir as despesas empenhadas nas eleições – que, em 2020, custaram R$ 1,28 bilhão aos cofres públicos.

De acordo com o presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, uma das estratégias de barateamento consiste na redução do tamanho dos equipamentos. “As urnas eletrônicas são confiáveis, funcionam muito bem, mas custam muito dinheiro. Como o dinheiro é público, temos que ser bem pães-duros”, disse.

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Tecnologia

Conheça a cientista baiana que pesquisa moscas de fruta na ONU

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A bióloga e pesquisadora baiana Vanessa Dias, 36 anos, sempre soube que não poderia desperdiçar oportunidades. Foi assim quando decidiu trabalhar no McDonald’s, ainda no final do Ensino Médio, para conseguir pagar o cursinho pré-vestibular e quando se tornou bolsista de iniciação científica na Universidade Federal da Bahia (Ufba). 

Essa atitude não mudou em nenhum momento – nem quando encarou um estágio na Áustria, sem falar inglês, para tocar o mestrado, ou quando embarcou para quatro anos de doutorado na Universidade na Flórida, nos Estados Unidos. Por isso, não seria diferente quando se candidatou à vaga que a transformaria em uma das principais entomologistas – uma cientista que estuda insetos – da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA, na sigla em inglês), da Organização das Nações Unidas (ONU), na Áustria, onde está hoje, com projetos com a mosca de fruta.

Em casa, ninguém tinha feito faculdade antes. A mãe, que concluiu a escola aos 50 anos, é aluna de Serviço Social na Ufba aos 66 anos. Um dos irmãos, policial militar, cursa Psicologia. “Não fazia parte da minha realidade saber o que era mestrado, doutorado, pesquisa, nada disso”, lembra. Na época, morava no Cabula, perto da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), onde o resto da família ainda vive. 

No Ensino Médio, ainda aluna do Colégio Estadual Thales de Azevedo, era o momento de decidir o que fazer. Para Vanessa, era cada vez mais certo que precisava estudar. No entanto, em 2003, sabia que seria difícil entrar em uma faculdade pública. Naquela época, ainda não existia o sistema de cotas, que só viria a ser implementado na Ufba no final do ano seguinte para estudantes que começassem a estudar em 2005.  Correio da Bahia.

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Pfizer anuncia que comprimido experimental reduziu em 89% risco de hospitalizações e mortes pela Covid

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A Pfizer anunciou, nesta sexta-feira (5), que seu comprimido experimental contra a Covid-19 reduziu o risco de hospitalização ou morte pela doença em 89%.

Os dados são resultados preliminares de testes de fase 2 e 3, conduzidas ao mesmo tempo. Veja os principais resultados até agora: 

  • Ao todo, 389 pacientes receberam o comprimido, Paxlovidem até 3 dias após o início dos sintomas. Desses, 3 foram hospitalizados em até 28 dias após o início dos testes – o equivalente a 0,8% dos pacientes. Nenhum paciente morreu.
  • Outros 385 pacientes não receberam o comprimido. Desses, 27 foram hospitalizados, e, entre esses, 7 morreram.
  • A redução na hospitalização entre os dois grupos foi de 89%.
  • Reduções semelhantes também foram observadas em pacientes tratados dentro de cinco dias após o início dos sintomas: nesse caso, 6 pacientes dos 607 que receberam o comprimido foram hospitalizados, e nenhum morreu. No grupo que não recebeu o remédio, 41 de 612 pacientes foram hospitalizados, dos quais 10 morreram.
  • O medicamento, um antiviral experimental, foi dado aos pacientes junto com uma dose baixa de um outro antiviral, esse já conhecido: o ritonavir (veja detalhes mais abaixo).

As pessoas participantes tiveram o diagnóstico da Covid-19 confirmado em laboratório em um período de cinco dias com sintomas leves a moderados, e eram obrigadas a ter pelo menos uma característica ou condição médica preexistente associada a um risco aumentado de desenvolver a forma grave da Covid -19. O comprimido foi dado aos pacientes a cada 12 horas por 5 dias. 

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