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Política

Bolsonaro mudou discurso sobre Petrobras ao longo do mandato, pressionado pelas eleições

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Pressionado pelas pesquisas de intenções de voto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a adotar o discurso eleitoral sobre os reajustes de combustíveis que empregava em 2018, antes de assumir pela primeira vez a Presidência da República.
 

A partir 2019, mesmo em meio a críticas a Petrobras, Bolsonaro sempre esforçou-se para dizer que no seu governo não haveria intervenção na política de preços, para não desagradar aqueles que votaram nele na promessa de uma gestão liberal.
 

Em 11 de abril daquele ano, Bolsonaro telefonou para o então presidente da estatal, Roberto Castello Branco, após o anúncio de um reajuste de 5,7% no diesel e o fez voltar atrás.
 

Na sequência o governo montou uma operação para desfazer qualquer imagem de intervenção, que envolveu declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, do ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque e uma reunião no Palácio do Planalto para explicar a Bolsonaro como os preços são calculados.
 

“Uma frase que o presidente disse logo no início da reunião: ‘Eu não quero e não tenho direito de intervir na Petrobras. Eu não quero e não posso interferir na Petrobras'”, disse o ex-porta-voz da Presidência Rêgo Barros, reforçando o discurso.
 

Quando eclodiu a pandemia do coronavírus, os preços dos combustíveis caíram muito e o presidente deu uma trégua nessas declarações. Mais recente, no entanto, em fevereiro de 2021, tentou minimizar a pressão que exerceu para que Castello Branco renunciasse.

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Política

Presidente do PT Bahia testa positivo para Covid-19 e não participa do 2 de Julho

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O presidente estadual do PT, Éden Valadares, informou, no começo deste sábado (2), que testou positivo para a Covid-19 e que vai suspender as atividades pelos próximos dias. Valadares era esperado no ato com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Arena Fonte Nova, coordenado pelo PT baiano e agendado para as 11h.

Por meio de uma postagem nas redes sociais, o dirigente indicou que um assistente dele testou positivo, o que o levou a fazer o autoteste. Valadares, no entanto, tranquilizou os seguidores: “Estou sem sintomas, tomei três doses da vacina, mas vou seguir o protocolo e suspender minha agenda pelos próximos dias”.

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Política

Com distância de poucos quilômetros, Lula, Bolsonaro, Ciro e Tebet cumprem agenda no mesmo dia em Salvador

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Pela primeira vez nesta corrida eleitoral, os quatro principais pré-candidatos a presidente visitarão a mesma cidade no mesmo dia: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) cumprirão agenda neste sábado em Salvador, mas em locais e horários distintos.

O aceno ao eleitorado baiano — o quarto maior do país, com 11 milhões de eleitores — ocorre no dia 2 de julho, um feriado estadual. A data é conhecida como Independência da Bahia porque foi quando os portugueses foram expulsos do estado, dez meses após a independência formal do Brasil. 

Os quatros presidenciáveis estarão em um raio de poucos quilômetros, mas não estarão juntos, com exceção de Ciro e Tebet. Os dois irão participar do tradicional cortejo cívico, que ocorre todos os anos. A previsão é que o desfile comece às 7h30, no Largo da Lapinha.

A cerca de oito quilômetros, no Farol da Barra, apoiadores de Bolsonaro começarão a se concentrar às 8h para uma motociata, que contará com a presença do presidente e do seu pré-candidato ao governo, o ex-ministro e deputado federal João Roma (PL).

Mais tarde, às 10h30, está marcado um ato com Lula na Arena Fonte Nova, a seis quilômetros de distância do Farol da Barra. Está prevista a participação do governador Rui Costa, do senador Jaques Wagner, ambos do PT, e do pré-candidato do partido ao governo estadual, o ex-secretário Jerônimo Rodrigues. 

Inicialmente, a concentração da motociata de Bolsonaro estava marcada para ocorrer nos arredores da Fonte Nova, mas o local foi alterado para evitar conflito com os apoiadores de Lula. 

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que mil policiais vão participar da segurança do cortejo, mas não divulgou se haverá um esquema específico para os locais de concentração de Bolsonaro e Lula. 

Com exceção de Lula, os outros três pré-candidatos já tiveram agendas públicas na Bahia na sexta-feira. Bolsonaro visitou obras em Feira de Santana e Maragogipe.

Globo

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Política

Filho de Bolsonaro diz sofrer terror psicológico do pai e apanhar da mãe

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Jair Renan, quarto filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), revelou que sofre “terror psicológico” do pai e que ainda apanha da mãe, Ana Cristina Valle. A declaração foi feita na edição mais recente do próprio podcast do “04”, em que ele recebeu o cantor Negão da BL como convidado.

“Minha mãe me bate e ele [meu pai] faz terror psicológico. Eu prefiro que me bata do que faça minha cabeça, falar no meu ouvido. Aquilo que eu fico duas semanas pensando no que ele falou”, contou Jair Renan.

Segundo Jair Renan, depois que os pais se separaram, ele morou por seis anos com Bolsonaro, enquanto a mãe morava no exterior. Ele ainda relatou que, nesse período, o pai o segurava dentro de casa, não deixando que saísse. Hoje, o “04” mora com a mãe, em Brasília.

“Aqui em Brasília é até engraçado. É diferente de qualquer lugar do Brasil, aqui tem baba ovo, puxa-saco, um dando pernada em outro. Os influenciadores se matam, ninguém quer ver o outro crescer. Ainda mais por ser capital do país, cidade política, o negócio aqui é intenso”, criticou.

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