Durante dez dias, dois policiais federais transformaram a rotina monótona de um homem comum em um arquivo de indícios que explodiu numa tarde de agosto. O alvo era uma fábrica clandestina de ghost guns — armas fantasma, montadas com componentes que não aparecem no sistema oficial. Como não possuem registro, são praticamente impossíveis de rastrear pelas autoridades, tornando-se o arsenal preferido das facções criminosas e o pesadelo para a segurança pública.