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Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)

Política

Presidente do Senado quer sabatina de André Mendonça em outubro

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse acreditar que a sabatina de André Mendonça na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) será realizada no mês de outubro. Presidente do colegiado, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) ainda não agendou a sessão.

“Essa questão da indicação do ministro André Mendonça é algo que precisa ser resolvido”, disse Pacheco, em entrevista à uma emissora gaúcha. Também presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco afirmou que já conversou com Alcolumbre (DEM-AP) sobre a questão de Mendonça e indicações de autoridades.

Para o presidente do Senado, a realização de sessões semipresenciais tem dificultado a agenda de sabatina, mas a questão precisa ser resolvida. O Supremo Tribunal Federal com um membro a menos desde a volta do recesso, no começo de agosto. O ex-ministro Marco Aurélio de Mello se aposentou em julho.

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Política

Pesquisa interna do Podemos gruda Moro a Bolsonaro, mas mostra Lula vencendo no 1º turno

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O Podemos realizou uma nova pesquisa interna e aumentou ainda mais a preocupação de Sergio Moro. Segundo os números, Lula segue tendo grandes chances de vencer no primeiro turno. Já o ex-juiz fica perto de Bolsonaro, mas não demonstra fôlego para alcançar o ex-presidente.

Conforme apurou o DCM, o ex-ministro de Bolsonaro possui 16% das intenções de votos. Ele é o nome mais forte da terceira via e está muito próximo do atual chefe do executivo federal. O governante brasileiro, que se filiou recentemente ao PL, é citado por 19% dos entrevistados. Ciro Gomes, quarto colocado, tem apenas 7%.

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Política

Pesquisa: Lula vence em todos os cenários; Bolsonaro perde no 2º turno

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O quadro das intenções de voto para a presidência nas eleições de 2022 continua favorável ao   ex-presidente Lula (PT),segundo nova pesquisa da  Genial/Quaest,empresa de inteligência de dados que faz análise de redes sociais e pesquisas de opinião pública. O petista lidera em todos os cenários, em primeiro e segundo turnos. Já o  presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece em segundo lugar, mas é derrotado em qualquer situação de segundo turno. 

A pesquisa estimulada apresentou quatro cenários eleitorais. Em nenhum deles, no entanto, Lula vence em primeiro turno. Seu desempenho é melhor sem a presença do   ex-juiz Sergio Moro (Podemos) na disputa, embora a variação do petista seja pequena: vai de 46% dos votos válidos, em seu pior cenário, até 48%, no melhor. Bolsonaro também teve melhor desempenho quando seu ex-ministro da Justiça não foi levado em conta. 

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Política

Republicanos cobra alianças de Bolsonaro e ameaça desembarque

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Uma vez encerrada a novela partidária de Jair Bolsonaro, com a escolha do PL de Valdemar Costa Neto, o presidente agora enfrenta o desafio de tentar acomodar os outros dois aliados, PP e Republicanos, e impedi-los de abandonar o barco em 2022.

Em seu discurso de filiação na semana passada, Bolsonaro fez um gesto aos dirigentes e citou-os nominalmente, Ciro Nogueira (PP) e Marcos Pereira (Republicanos).

“Pode ter certeza que nenhum partido será esquecido por nós. Não temos aqui a virtude de sermos o único certo, queremos, sim, compor nos estados”, discursou no evento.

Ainda que as duas legendas tenham assento no primeiro escalão do governo (Casa Civil e Cidadania), o PP é considerado hoje o mais próximo do governo. A legenda quase filiou o chefe do Executivo, e, segundo negociações nos bastidores, deve ficar com a vice-presidência na chapa de Bolsonaro no ano que vem.

A principal tarefa de Bolsonaro à frente será abrigar o Republicanos. Das legendas do centrão, a sigla é a que tem mais chance de desembarcar da candidatura de Bolsonaro em 2022.

Segundo relatos, lideranças do partido já tratam dessa possibilidade num cenário em que Bolsonaro desidrate nas pesquisas, o que acham possível ocorrer.

Hoje o mandatário aparece como segundo colocado em pesquisas recentes, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas o ex-juiz Sergio Moro aparece com potencial de crescimento.

Outro motivo para um eventual desembarque do Republicanos do governo tem a ver com disputas entre igrejas evangélicas que compõem a sua base de eleitores de Bolsonaro. O partido é aliado da Igreja Universal do Reino de Deus.

O entorno do bispo Edir Macedo, da Universal, diz que ele está cada vez mais nervoso com o governo. A proximidade de Bolsonaro com o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, tem o distanciado de Macedo.

Malafaia foi um dos principais fiadores do ministro “terrivelmente evangélico” André Mendonça, confirmado para vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) em sabatina do Senado na semana passada. Já a Universal não trabalhou pela indicação do ex-ministro à corte.

Reservadamente, dirigentes do Republicanos condicionam a aliança com o presidente no próximo ano a mais espaço nos palanques regionais.

Bolsonaro chegou a adiar a filiação ao PL justamente por divergência sobre candidatos em alguns locais, em especial no Nordeste e em São Paulo, o que acabou sendo resolvido posteriormente, quando Valdemar Costa Neto cedeu aos pedidos do presidente.

Apesar do gesto, o mandatário é conhecido por não trabalhar na costura de palanques, o que é a preocupação número um de todos os dirigentes partidários. Bolsonaro se ocupa mais em vetar a esquerda, em especial o PT, e emplacar aliados de sua confiança.

Maior colégio eleitoral, São Paulo, por exemplo, é considerado estado chave para a eleição. Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), provável candidato do bolsonarismo no estado, tem as portas abertas nos três partidos.

O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, candidato dos sonhos de Bolsonaro para o Senado em São Paulo, tem conversas avançadas com o PL de Valdemar.

Integrantes do Republicanos, por exemplo, defendem que ao menos um dos dois nomes da chapa majoritária paulista seja do partido. Tarcísio já foi sondado pelo Republicanos para uma eventual filiação.

Goiás é outro estado que demandará do entorno de Bolsonaro cuidado maior na costura. O Republicanos quer lançar o deputado João Campos ao Senado. Já o PP tem o ex-ministro Alexandre Baldy como certo também. A tendência lá é ter os dois candidatos.

O partido da Universal também quer que o presidente acomode em seu palanque carioca o ex-prefeito Marcello Crivella —esse para a disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro.

O plano inicial do pastor, ex-prefeito do Rio, era ser embaixador na África do Sul, mas o Planalto retirou seu nome após ter o nome ignorado por quase seis meses pelos sul-africanos, o que, na prática, significa objeção à designação.

No Rio, o PL diz estar fechada a chapa pelas reeleições do governador Cláudio Castro e do senador Romário.

Apesar dos vetos de Bolsonaro, no PP é quase um consenso que o partido não apoiará o presidente em todos os estados. Pelo contrário. No Nordeste, a tendência é a sigla ficar com Lula.

Na Bahia, a perspectiva, hoje, é que o PP apoie a candidatura de Jaques Wagner (PT-BA) ao governo do estado, por exemplo.

A depender de como se der a construção dos palanques estaduais e o desempenho de Bolsonaro nas pesquisas, dirigentes de outros partidos de centro apostam na aproximação do Republicanos com Sergio Moro (Podemos).

Ou até mesmo com Eduardo Leite (PSDB), caso ele resolva se filiar a outra sigla, como a União Brasil, que ainda será formada, e decida se candidatar à Presidência.

As perspectivas de poder na Câmara dos Deputados também poderão pesar para a composição do Republicanos com Bolsonaro e os outros partidos que darão sustentação à sua candidatura.

A aliança com o PP, por exemplo, passa pelo apoio de Bolsonaro e do PL à reeleição de Arthur Lira (AL) à presidência da Câmara em 2023.

Aliados de Marcos Pereira, presidente do Republicanos, relatam que Lira já sinalizou que poderia apoiá-lo em 2025. Isso pode ser um elemento importante nas contas do partido ligado à Universal.Julia Chaib/Marianna Holanda/Folhapress

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