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Negócios

Pela 3ª vez, prédio que abrigava antiga sede dos Correios na Pituba é coloca à venda

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Os Correios anunciaram na segunda-feira (7) uma nova tentativa de venda do prédio da antiga sede da estatal localizada no bairro da Pituba, em Salvador. O imóvel possui 17 andares e 44 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 35 mil metros quadrados. O lance inicial é de R$ 143 milhões e a licitação está prevista para acontecer nesta quinta-feira (10).

Esta já é a terceira vez que a empresa tenta vender o prédio. A primeira tentativa aconteceu em 2019, quando o valor mínimo foi de R$ 248 milhões. Já em 2020 o valor diminui para R$ 211,5 milhões (veja aqui). Além do prédio na capital baiana, outros imóveis estão à venda no país. Há ofertas também nos estados do Ceará, Goiás, Rio Grande do Sul, Sergipe e no Distrito Federal.

De acordo com os Correios, as alienações têm o objetivo de racionalizar despesas e arrecadar recursos para investimentos na empresa. Desde o início do Feirão, em setembro de 2020, foram alienados 50 imóveis, gerando uma receita de R$ 39 milhões.

Para participar da concorrência, os interessados devem enviar propostas para o site www.licitacoes-e.com.br. No site do Feirão –www.feiraodeimoveiscorreios.com.br, é possível fazer buscas por tipo, localidade e finalidade dos imóveis, bem como obter outras informações sobre a descrição, documentação e a região em que se localizam.

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Negócios

Burger King (BKBR3) é condenado por punir funcionário com lanche sem carne

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Burger King (BKBR3) foi condenado pela Justiça por punir os funcionários com sanduíche sem carne ou sem salada ou até mesmo por dar uma refeição composta por apenas duas fatias de pão. De acordo com a “Folha”, a rede, que pode mudar de nome para Zamp S.A.,foi condenada a pagar R$ 7.000 como indenização por danos morais pela 14ª Vara do Trabalho da zona sul, em São Paulo. O Burger King recorreu da decisão, mas o recurso ainda não foi julgado.

Segundo o relato do funcionário do Burger King, a empresa de fast food punia severamente os funcionários. “Só lanche e água, já tiraram a batata também, depois ficaram com dó e voltaram com a batata, mas continuaram sem refrigerante”, disse o ex-funcionário, segundo relatório no processo, de acordo com o jornal.

Além disso, em outro episódio de punição, conforme a ação, ele teria sido colocado “de castigo” dentro da câmara fria, após uma discussão com o superior sobre futebol.

Em nota enviada à “Folha”, a empresa diz priorizar o cumprimento de normas trabalhistas e manter políticas claras de gestão de pessoas. Sobre o caso desse trabalhador, afirma que “está tratando na esfera judicial.”

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Negócios

Chefes tóxicos atingem 8 em cada 10 executivos

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“Preciso de ‘mais gás’ em você”. A cobrança sutil, em um email enviado pelo chefe poucas semanas depois de iniciar o novo trabalho, deixou Renato (nome fictício), 36, incomodado. Analista sênior de TI de uma grande empresa de telecomunicações, ele tentava fazer o seu melhor depois de herdar tarefas de um colega recém-demitido, delegadas pelo chefe que tirou férias logo após a sua contratação, no regime remoto.
 

O incômodo inicial deu lugar a um mal-estar profundo quando, nas reuniões online, ele, um analista sênior, passou a ser comparado depreciativamente com um analista júnior. Críticas enviadas pelo chefe por email não raro tinham outros analistas copiados, alguns com dez anos ou mais de casa, que deixaram de ser promovidos com a chegada de Renato.
 

Contratado em meio à pandemia e morando em Belo Horizonte (MG), distante da sede da empresa, em São Paulo, ele não encontrou receptividade na equipe. Não sabia com quem conversar para resolver dúvidas simples, enquanto questões urgentes, que envolviam terceiros, demoravam horas para serem respondidas. Passou a trabalhar de madrugada para conseguir solucionar pendências sozinho.
 

As cobranças por resultados aumentavam. Renato diz que o chefe repetia que ele era um analista sênior em uma das maiores empresas do setor do mundo, e que por isso ele saberia como agir, uma vez que a empresa não tolerava erros.

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Negócios

Pizza sofre com inflação do leite, e preço sobe até 30%

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A pizza está até 30% mais cara para os brasileiros neste ano, e o motivo, agora, são os derivados do leite. O Dia da Pizza, celebrado em todo mundo neste domingo (10), chega com o produto pesando mais no bolso. As pizzarias afirmam que ainda não repassaram nem metade dos aumentos que enfrentam no custo da produção.
 

O presidente da Apubra (Associação das Pizzarias Unidas do Brasil), Gustavo Cardamoni, diz que, desde o início da pandemia, em março de 2020, o setor sofre com alta dos insumos. “Uma hora são os embutidos, outra é a farinha ou o tomate. Nos últimos dois meses, tivemos um aumento absurdo nos derivados do leite. A mozarela, que custava R$ 24, hoje passa dos R$ 50”, afirma.
 

Os lácteos representam 50% da compra de insumos de uma pizzaria. Entre março de 2020 e março de 2022, o custo de produção do leite subiu 64%, segundo estimativa da Embrapa Gado de Leite, principalmente por causa da alta das cotações da soja e do milho, muito usados nas rações animais.
 

Embora os recheios variem de acordo com a região do país, o queijo é quase uma unanimidade. Segundo Cardamoni, em algumas cidades, o item está presente até nas pizzas doces.

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