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Política

Minuto de silêncio marca primeira sessão da Assembleia Legislativa após morte do deputado João Isidório

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Presidente da Casa, Adolfo Menezes destacou o alcance social do trabalho do deputado à frente da Fundação Dr. Jesus

Na primeira sessão plenária da Casa, ocorrida na tarde desta quarta-feira (17.11), após a morte do deputado João Isidório, o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA, deputado Adolfo Menezes, ao abrir a sessão, pediu a seus pares um minuto de silêncio pela memória do jovem parlamentar.

Filho do deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante), João Isidório teve a vida ceifada, aos 29 anos, por um trágico acidente marítimo, ocorrido em praia do município de Madre de Deus, Região Metropolitana do Salvador, no último dia 11.

Conforme a ordem do dia, os parlamentares apreciariam o Projeto de Lei nº 24.312/2021, oriundo do Poder Executivo, que dispõe sobre a revisão do Plano Plurianual – PPA 2020-2023, instituído pela Lei nº 14.172, de 6 de novembro de 2019.

Ocorrida ainda no regime misto – presencial e virtual -, a sessão extraordinária foi marcada pelas homenagens prestadas pelos parlamentares ao deputado que nos deixou de forma precoce.

Adolfo Menezes, que apresentou Moção de Pesar à Mesa Diretora da Casa pelo citado passamento, voltou a destacar “a dor que causa a todos a morte precoce de um jovem político leal, proativo e com um trabalho de enorme alcance social em prol de dependentes químicos de baixa renda”.

O PL 24.312/2021, que recebeu o parecer favorável do relator, deputado Antônio Henrique Júnior (PP), sofreu pedido de vista pelo deputado Tiago Correia (PSDB), no âmbito da Comissão do Orçamento.

CASTELO BRANCO

Adolfo Menezes, na oportunidade, parabenizou o novo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Nílson Castelo Branco, desejando ao mesmo uma gestão profícua à frente do primeiro Tribunal de Justiça das Américas, instalado em 1609. Baiano de Salvador, Castelo Branco é desembargador desde 2010, já tendo sido condecorado com a Comenda 2 de Julho, concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia.

17.11.2021
Ascom Alba
Gabinete da Presidência

Política

Lotes irregulares de Mounjaro Kwikpen são apreendidos pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão dos produtos Ozempic Power, Mounjmax, Maxtwo + 3D Slim e Maxtwo Detox, fabricados por empresa não identificada. A medida proibiu a comercialização, distribuição, exportação, fabricação, propaganda e uso desses produtos. 

De acordo com a entidade, a ação foi motivada após a comprovação de anúncio de venda dos produtos, que não têm registro, notificação ou cadastro na Anvisa, além de serem produzidos por fabricante desconhecido. A Anvisa ainda proíbe a apreensão de dois lotes irregulares de Mounjaro Kwikpen, medicamento injetável utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e obesidade. 

Os lotes D830169 e D830169D estão proibidos de ser armazenados, comercializados, distribuídos, divulgados, transportados e utilizados. 

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Política

Presidente da CNI diz que fim da “taxa das blusinhas” é um retrocesso que resultará na perda de empregos

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A revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (13) pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban. 

Em nota à imprensa, o presidente da CNI avalia que o fim da cobrança do imposto será prejudicial à indústria brasileira e ao desenvolvimento econômico do país. Alban disse também que mais do que uma simples mudança tributária, a decisão do governo federal de extinguir a “taxa das blusinhas” representa uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional.

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Política

Operação desarticula esquema de fraude eletrônica e bloqueia R$ 103 milhões

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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Pix Seguro, que investiga um grupo criminoso envolvido em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em cinco estados.

Foram cumpridos sete mandados em Eunápolis, além de buscas nas cidades de Crato (CE), Goiânia (GO), Recife (PE) e São Paulo (SP). Durante a operação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação. De acordo com as apurações, o grupo utilizava mensagens falsas por SMS informando suposto bloqueio de contas bancárias. As vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas e, após inserirem dados pessoais e bancários, tinham os valores transferidos via PIX para contas ligadas à organização criminosa.

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